- Planejamento de comunicação
- Criação de peças para promoção
- Desenvolvimento de marca (análise, branding)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Fale mais de perto com seu público - Consultoria em comunicação
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Fisioterapia Especializada - Exame Baropodometria Computadorizada
Exame que analisa a distribuição das pressões verticais dos pés ou carga plantar. Identifica alterações biomecânicas. Este método possibilita reconhecer anormalidades que necessitem de tratamento ou compensação. Permitindo um diagnóstico mais preciso e seguro.
Palmilhas corretivas
Fisioterapia Especializada
Florianópolis - Centro
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Criação de cartões, folder, banner e layouts personalizados
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
ARTIGO - COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO: DESAFIOS NO AMBIENTE TECNOLÓGICO E GLOBALIZADO - Por Carlos Eduardo
RESUMO
ABSTRACT
COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO
ANÁLISE SITUACIONAL
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Administração de Empresas
Comunicação e assessoria de imprensa
Marketing e Processos de comunicação empresarial
Tecnologia da informação
- Formatação de depto. de comunicação e marketing;
- Comunicação em rede (ferramentas e aplicações);
- Estruturação das ferramentas administrativas;
- Tecnologia da informação para pequenos negócios;
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Consultoria em comunicação
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Tudo que eu preciso...
É ser humilde o suficiente para aprender com tudo que me acontece na vida, erros e acertos. Além de renovar o espírito e a mente, me faz menos ignorante diante das pessoas que me cercam;
É parar de culpar o meu semelhante pela minha falta de paciência, pois quando não vamos em busca do auto conhecimento, transferimos a nossa ignorância para quem dizemos que amamos, por ser mais fácil, por estar mais próximo, por ser mais prático do que assumir a minha falta de controle.
É entender que, se não estou gostando do que recebo da vida hoje, preciso avaliar o que estou emitindo para a vida antes de colocar a culpa no mundo, nas pessoas, na falta de dinheiro, no trabalho, na família, ...
É olhar profundamente para dentro da minha mente, do meu coração e procurar pensar que uma vida de verdade se constrói com palavras positivas, com atitudes altruístas e com objetivos claros.
terça-feira, 30 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Sobre a crise: Faça mais, leia menos
Empresários ouvem que a crise está chegando e se atropelam para demitir o máximo de funcionários, sem saber realmente o motivo. Então não entendem porque os clientes fugiram e como o faturamento e a qualidade caíram tanto. Ops, é a crise!
Um terror psicológico se instalala na sociedade que se torna devota a tal da crise. Jornais, revistas, televisão, todos voltados para a crise, bombardeando a massa.
Quando é que não estivemos em crise?
Primeiro foi tudo culpa da ditadura, que atrasou a modernização da indústria brasileira, depois era culpa da oscilação do preço do petróleo, então foi a vez dos planos econômicos flutuantes e mudanças da moeda, a abertura dos portões para o mercado internacional “acabou” com a indústria interna. A culpa é do presidente, do prefeito, da sogra, mas nunca podemos fazer nada para mudar a situação.
Estes e muitos outros acontecimentos que "atingiram" o Brasil em maior ou menor escala foram chamados de crise. A julgar pela cronologia destes fatos, sempre estivemos em crise, mas também podemos dizer que sempre estivemos em estado de evolução, conscientização e mudanças.
A crise atual é questão de ponto de vista.
De acordo com Stephen Kanitz, os juros no Brasil caem para um dígito pela
primeira vez em 50 anos. A população economicamente ativa vai aumentar muito
em 2010, o que aumentará consideravelmente o poder de compra e o consumo. A
renda do mundo está melhorando e o próprio governo será melhor administrado.
Seja com crise ou com 'bons tempos”, o que vale é para onde direcionamos nossos esforços. Se pensarmos em crise, estaremos em crise, se focarmos no objetivo, chegaremos lá.
Portanto, sobre a crise, faça mais e leia menos.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Nossa redação vai mal
Desde o primeiro dia de aula somos "adestrados" a decorar, copiar e ler livros com conteúdo duvidoso e simplesmente acabamos por aceitar tudo o que os "mestres" nos oferecem.
O texto conciso (Texto extraído do site http://www.soportugues.com.br)
Ouço muito: uma boa redação deve ser clara e concisa.
Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua. Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto. E aqui está a nossa dificuldade. Nós, brasileiros, estamos habituados a falar muito para dizer pouco, a escrever mais que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.
Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma "sessão nostalgia" e voltar aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: "hoje é dia de redação". Você se lembra da "alegria" que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar "inspirado"? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos "tema livre". E se fosse "tema livre", exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era "democraticamente imposto". E aí vinha aquela tradicional pergunta: "Quantas linhas?" A resposta era original: "No mínimo 25 linhas". Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: "Meu reino pela vigésima quinta linha". Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que "engordavam" repentinamente até a famosa "encheção de lingüiça".
E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a "encher lingüiça". E há muitos sub intelectuais no poder que fizeram "pós-graduação" no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam "enrolar".
O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.
Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:
1. "A largada da maratona será no Leme. A chegada acontecerá no
mesmo local da partida."
Cá entre nós, bastava ter escrito: "A largada e a chegada da maratona
serão no Leme."
2. "O procurador encaminhou ofício à área criminal da Procuradoria
determinando que seja investigado…"
Sendo direto: "O procurador mandou investigar".
3. "A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as
possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica."
Enxugando a frase: "O Brasil é a favor de uma solução pacífica".
Exemplos não faltam, mas espaço sim.
domingo, 24 de maio de 2009
Será que entramos na era da simplicidade?

quarta-feira, 20 de maio de 2009
Banda de Florianópolis disponibiliza para download sua primeira composição
O grupo, formado por integrantes da família Vieira, com grandes nomes no cenário musical de Santa Catarina, aposta na Internet como um grande canal de divulgação e reconhecimento nesta chamada fase 2.0 da era tecnológica.
"Saudade", que foi composta dentro de um ônibus na Cordilheira dos Andes, a caminho do pacífico, é uma balada tranquila assim como as outras interpretações da banda no CD Registros. Ouça a música na íntegra. Aqui.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Negócios da música
O modelo econômico capitalista, apesar de esmagado pela filosofia das novas tecnologias, ainda possui grande força sobre o comportamento do consumidor.
A indústria fonográfica é um bom exemplo da força da marca na percepção do ser humano. A música possui naturalmente um forte apelo emocional. É um produto feito sob medida para seus clientes. E somos definitivamente fiéis àquela banda que compôs a trilha sonora dos momentos mais marcantes da vida.
A identidade visual e sonora deixada por ídolos da música, de Mozart aos Mutantes, são exploradas e geram extrema rentabilidade no modelo econômico capitalista. Com a música definitivamente dentro do campo dos negócios, os sucessos relâmpago lançados no programa do domingo estão garantidos, mas com prazo de validade definido. Ainda bem que temos Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd,... eternizados na história.
Em Agosto de 2007 completaram trinta anos da morte de Elvis Presley. De acordo com a BBC Brasil (2006), a revista Forbes estimou o faturamento de alguns artistas da música que já morreram, e em 2006, a empresa que representa os negócios relacionados ao rei do rock faturou cerca de quarenta milhões de dólares em direitos autorais e produtos licenciados.
| Ranking de faturamento em 2006 de artistas que mais faturam após sua morte | ||
| 1º | Kurt Cobain | US$ 50 milhões |
| 2º | Elvis Presley | US$ 40 milhões |
| 3º | John Lennon | US $21 milhões |
| 4º | George Harrison | US$ 7 milhões |
| 5º | Bob Marley | US$ 7 milhões |
| Fonte: BBC Brasil.com, 2006 | ||
"A música é sobre mudar a mente, não para ser compreendida" (John Cage).
sábado, 9 de maio de 2009
É da mãe!
Amiga, paciente, companheira, sorridente, as vezes sizuda, mas sempre presente. Salvadora, sensível, onipotente, nos faz sentir o seu maior tesouro.Por natureza são especialistas em medicina, gestão de pessoas, psicologia e muito mais. Quando nascemos, explicitamente deixamos claro que não vivemos sem ela e quando crescemos fingimos que podemos viver sem.
Nas lembranças é ela que nos comove, ou por estar presente sempre ou por ter deixado saudade.
Tentamos escolher mil presentes, uns tão caros feitos de pedras, ouro e prata, uns feito em casa de papel com palavras que valem mais que diamante.
E na falta de encontrar na terra, presente tão importante, deixamos que a natureza se encarregue da lembrança.
Ahh! Sabe de quem estamos falando? É da Mãe!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Marca sem história não marca
Quando andamos pelas ruas, não importa o trajeto que façamos, é fácil perceber a profusão de cores, símbolos e sons que surgem.
Tanto faz se estamos em um grande centro urbano com os apelos dos outdoors e front lights, cartazes de uma famosa peça de teatro com seus patrocinadores, o hipermercado com suas promoções imperdíveis, ou em uma vila em algum lugar do interior onde se percebe uma placa que indica que ali é o correio, em frente há um mercado, naquela garagem chega o peixe fresco às dez da manhã, logo adiante está a casa da costureira identificada com uma taboa de madeira escrita com carvão, o som do carro do vendedor de sabão líquido passando pela rua chamando a dona de casa. É um grande mar de símbolos e marcas que estão presentes no cotidiano e que muitas vezes passam despercebidos.
Uma marca (logotipo, logo) tem a missão de contar uma história de uma empresa, cidade, nação, pessoa por meio de algumas combinações de cores e um punhado de palavras e símbolos. Cada marca tem uma origem e uma boa história para contar. É uma expressão suprema do que você representa na sociedade.
A comunicação por meio de símbolos e marcas está presente na vida do ser humano a muito mais tempo do que se imagina. Hoje, o valor da marca está associado diretamente ao valor monetário que possui ou que gera. No entanto, as marcas nem sempre tiveram apelo comercial. Tendo sua provável origem nos diversos símbolos que caracterizaram as civilizações na antiguidade. Elementos que representavam o que de mais importante havia na vida dos nossos ancestrais. A água, a terra, o ar e o fogo.
A marca do nazismo é a suástica, no entanto, este símbolo jamais foi exclusivo do partido nazista alemão ou mesmo da época em que o nazismo se expandia pelo mundo, sendo a Alemanha nazista apenas mais uma cultura que utilizou este símbolo. Mas Hitler foi muito astuto em utilizar este símbolo como a salvação da humanidade... Ariana. Há evidências de que sua origem seja de aproximadamente entre quatro e doze mil a.C. Além de outras irrefutáveis provas de sua aplicação no decorrer do tempo em diversas civilizações que, até onde se sabe, jamais tiveram contato umas com as outras. A Suástica aparece em templos budistas onde seu significado é algo como: "Bons Ventos". Já no Sânscrito ela aparece como "Boa Sorte". Foi encontrada também em objetos decorativos na Roma antiga e em ornamentos do oriente médio (há aproximadamente mil atrás). Por mais incrível que pareça, em todas as referências encontradas sobre este símbolo, apenas uma tem sentido negativo. Ironicamente a suástica parece ser um símbolo universal que inspira paz e tranqüilidade. O partido nazista poderia ter sido mais criativo e menos estratégico.
Assim como a Suástica, muitos símbolos ganharam e perderam significado através da história. No mundo contemporâneo as marcas ganharam sentido extremamente comercial, as pessoas identificam a marca por consumirem determinado produto ou porque as tendências de moda ou atitudes de celebridades incentivam seu consumo. As marcas têm um efeito poderoso na mente do ser humano.
"A marca da saudade é o apito do Navio" (Francesc Petit - Marca)
Quando criar a sua marca pense onde ela deve estar, o que ela significa, que cor ela tem e o que ela oferece.
Ref. Aprenda mais sobre a suástica na história em:
Marketing cultural e o desenvolvimento social
terça-feira, 21 de abril de 2009
Cases - SombraFilm - Simplicidade eficaz
A empresa comemora a crescente demanda pelos serviços e já no início de 2009 contratou um funcionário especializado em aplicações residenciais para incrementar o mix de serviços. Também para 2009, a SombraFilm aposta nas parcerias com empresas da construção civil para potencializar seus negócios em aplicações comerciais e residenciais, buscando oferecer cada vez mais um serviço de qualidade e excelência.quinta-feira, 16 de abril de 2009
Cases de sucesso - a pequena empresa e a força da marca
Cases de marketing de empresas de pequeno porte que são grandes exemplos de empreendedorismo e estratégia em comunicação.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Manual de uso da marca
O manual de uso da marca torna o processo de comunicação muito mais seguro e eficiente, proporcionando um gerenciamento prático da comunicação e potencializando o fortalecimento da identidade visual de sua organização.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.
Quem sabe até já se acostumou com elas..
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse. Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.


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