quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Fale mais de perto com seu público - Consultoria em comunicação

  • Planejamento de comunicação
  • Criação de peças para promoção
  • Desenvolvimento de marca (análise, branding)
eduardocomplex@gmail.com

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Fisioterapia Especializada - Exame Baropodometria Computadorizada

Baropodometria Computadorizada


Exame que analisa a distribuição das pressões verticais dos pés ou carga plantar. Identifica alterações biomecânicas. 
Este método possibilita reconhecer anormalidades que necessitem de tratamento ou compensação. Permitindo um diagnóstico mais preciso e seguro.



Podoposturologia
Reprogramação postural
Palmilhas corretivas


Fisioterapia Especializada
(48) 3223.9643 
Florianópolis - Centro

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Criação de cartões, folder, banner e layouts personalizados

Criação de layouts personalizados para o seu negócio.



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Folder
Cartazes
Cartão de visita
Edição fotográfica
Edição e produção de videos

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ARTIGO - COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO: DESAFIOS NO AMBIENTE TECNOLÓGICO E GLOBALIZADO - Por Carlos Eduardo


RESUMO
A comunicação, do mesmo modo em que é influenciada pelos processos de desenvolvimento da sociedade – tais como avanço da ciência e globalização – opera também como canal que propicia o desenvolvimento da sociedade em seus diversos aspectos. Com destaque neste estudo para a tecnologia e a globalização. Essa via de mão dupla permite que tanto o indivíduo quanto a sociedade tenham acesso a um número cada vez maior de meios e habilidades em comunicação. A globalização tornou possível a expansão dos mercados, das sociedades e da difusão da cultura e da informação. Por meio da evolução da tecnologia a comunicação tornou-se um produto, que precisa ser avaliado e aperfeiçoado. Este artigo tem a proposta de analisar a comunicação no contexto da globalização e da tecnologia, observando seus principais conceitos, buscando desenvolver a consciência de se obter competência no que se refere ao contexto do desenvolvimento da comunicação no cenário globalizado.
Palavras – chave: Comunicação. Tecnologia e globalização. Competência.

ABSTRACT
The communication, in a similar way where it is influenced by the processes of development of the society - such as advance of science and globalization - operates also as canal that propitiates the development of the society in its diverse aspects. With prominence in this study for the technology and the globalization. This way of double hand allows that as much the human being how much the society each bigger time of ways and abilities in communication have access to a number. The globalization became possible the expansion of the markets, the societies and the diffusion of the culture and the information. By means of the evolution of the technology the communication became a product that it needs to be evaluated and to be perfected. This article has the proposal to analyze the communication in the context of the globalization and the technology, being observed its main concepts, searching to develop the conscience of if getting ability as for the context of the development of the communication in the global scene.
Keywords: Communication. Technology and globalization. Ability.

INTRODUÇÃO
Pode-se perceber, quando se caminha pelas ruas, a profusão de cores, símbolos, textos e sons que surgem, não importa o trajeto que se faça. Desde passar por um grande centro urbano – onde somos tomados por apelos sedutores das propagandas e anúncios ou presenciando uma conversa informal entre duas pessoas – ou passando por uma vila em algum lugar do interior onde mesmo sem grandes recursos tecnológicos, a comunicação é igualmente presente.
Os avanços tecnológicos proporcionaram para a humanidade um salto gigante no que se refere a disponibilidade de acessos aos meios de comunicação e disseminação da informação, sendo um fator de alta relevância para o fenômeno da globalização.
Contudo, há ainda a necessidade de se explorar metodologias mais competentes e responsáveis na dispersão da informação de forma global. Segundo Whitaker (2006), atualmente aborda-se muito que as organizações devem agir com responsabilidade social, divulgar suas ações institucionais paralelas às funções de produzir e distribuir seus bens e serviços.
Entretanto, apesar dos diversos indicadores de desempenho, responsabilidade e conduta existentes na sociedade, no âmbito da comunicação há pouco enfoque no que se refere ao seu desempenho com ética e competência. E como afirma Whitaker (2006), ainda existem poucas análises a respeito da conduta ética e responsabilidade na comunicação.
O presente estudo procura buscar à luz dos conceitos de comunicação, tecnologia e globalização, analisar a evolução da comunicação, bem como apontar a importância de se desenvolver competência em comunicação para efeito de otimização nas relações sociais.


O PROCESSO TECNOLÓGICO NO CENÁRIO GLOBALIZADO

A abertura de mercados em todo o mundo proporcionou uma nova realidade cultural e mercadológica para muitas nações. Segundo Gorender (2007), a globalização pode ser entendida como a aceleração intensa dos processos de internacionalização e mundialização.
Portanto, com o desenvolvimento cada vez mais rápido dos processos de globalização, a demanda por informação cresce igual, senão em maior escala.
Cannabrava (2007), afirma que na história da humanidade nenhuma outra área teve um desenvolvimento tão grande e tão rápido como a da tecnologia da informação, e o que ocorre na atual fase desse desenvolvimento é a convergência tecnológica. Rádio, televisão, telefonia convencional e celular, internet, fundidas em uma multimídia agregada de conteúdo.
Desta forma, com a infinidade de meios e acesso fácil, a comunicação se transforma em um elemento interessante aos mercados capitalistas, fazendo com que se torne um produto rentável. Um exemplo da produção e comercialização da comunicação é a demanda nas áreas da propaganda e publicidade. De acordo com o instituto Mapa (2000), O mercado da comunicação publicitária tem importância no contexto econômico do país, movimenta capital, gera empregos, conecta-se à demanda de consumo e, assim, presta sua cota de contribuição ao fluxo de bens e serviços.
Embora a maioria dos fenômenos de transformação global que acontecem hoje sejam gerados pelos efeitos da tecnologia, e ocorrem com velocidade sem precedentes na história da humanidade, é igualmente notável que as sociedades sempre estiveram em evolução. De acordo com Drucker (1993), a cada um ou dois séculos ocorre uma transformação aguda, afetando toda a sociedade, sua estrutura política e social, valores básicos, e a economia mundial.
Basta lembrar os saltos tecnológicos que ocorreram com a humanidade com a descoberta do fogo, a invenção da roda, a escrita, a imprensa de Gutenberg, a energia elétrica, as máquinas industriais. Invenções e descobertas em épocas onde os meios de comunicação eram escassos ou deficientes.
Portanto, pode-se destacar o avanço da tecnologia como sendo um fenômeno inerente ao processo de desenvolvimento da sociedade, tendo a globalização como um dos resultados deste processo.
Oliveira (1998), afirma que, o processo de globalização é um fenômeno histórico, que produz mudanças radicais e irreversíveis sobre a economia mundial. Mesmo que as diferenças culturais nunca deixem de existir, pode-se perceber que cada vez mais pessoas compartilham um número cada vez maior de referências.
Entende-se, portanto, que a tecnologia e a globalização têm papel decisivo sobre a evolução na sociedade e, particularmente afeta o processo de comunicação entre os indivíduos.

COMUNICAÇÃO
A humanidade tem usado sua capacidade de comunicar para desenvolver sua cultura, ciência e tecnologia. Calado (2007) afirma que, comunicação é, por definição, a atividade de emitir, transmitir e receber mensagens. Portanto, não só o ser humano possui a faculdade de comunicação, mas também os demais seres vivos se comunicam.
Conforme Moderno (2007), a comunicação significa pôr em comum, conviver, do latim "communicare", Portanto, a comunicação está definitivamente presente em qualquer momento na vida do ser humano. Aristóteles (1941 apud BERLO, 1999), afirma que a comunicação se define como a procura de todos os meios disponíveis de persuasão. E dificilmente podemos deixar de nos comunicar, com ou sem propósito definido.
Portanto, a comunicação é definitiva e continuamente presente em todos os processos e relações existentes na sociedade. No entanto, em um segundo momento, o poder que a comunicação exerce sobre as culturas, infere também o sentido comercial e político em seu conceito.
De acordo com Cannabrava (2007), Hitler e seu guru da comunicação, Gebels, consideravam que “a arma de guerra mais espetacular de que se pode dispor é a comunicação. Ela dispensa os exércitos, poupa vidas e possibilita a submissão de estados e nações”. Contudo, por meio dos processos de globalização e avanço tecnológico, a comunicação torna-se, inevitavelmente, um produto a ser explorado.
Segundo Bourdieu (1987), apesar da sociedade atual estar inserida em um mercado material, há a percepção da existência de um mercado de bens simbólicos poderoso. Na medida em que estabelecem relações sociais entre si, os homens realizam não somente a troca de mercadorias, mas também de significados, de símbolos. Há, portanto, uma lógica da produção, circulação e consumo dos bens simbólicos a ser explorada e analisada.
Castells (1999), afirma que a comunicação simbólica entre os seres humanos e o relacionamento entre esses e a natureza, com base na produção, consumo, experiência e poder, cristalizam-se ao longo da história em territórios específicos, e assim geram culturas e identidades coletivas.
Portanto, ao compartilhar símbolos, significados e referências, deve-se considerar a questão da competência na comunicação para a otimização das relações humanas e de troca.
De acordo com Berlo (1999, p. 15), “qualquer situação de comunicação humana compreende a produção da mensagem por alguém, e a recepção dessa mensagem por alguém”. Nesse sentido, quando alguém escreve, alguém lê, quando alguém pinta um quadro, alguém vê esse quadro, quando alguém fala, alguém ouve.
Portanto, a análise de qualquer situação de comunicação deve considerar os dois pontos de vista, ou seja: a) como a fonte pretende influenciar o receptor e b) como o receptor é influenciado pela informação.
Para Santaella (2002), as interfaces da informática, especialmente na Internet, mudaram as visões tradicionais de interatividade, provocando transformações fundamentais no esquema clássico da comunicação. A figura do receptor tornou-se participativa, alterando a natureza da mensagem e conseqüentemente o papel do emissor. “Nós não vemos as coisas como elas são, porém como nós somos”. (KANT, 1781, p.387 grifo nosso). Portanto, com a evolução das interfaces da comunicação há de se considerar de maneira equilibrada o significado da mensagem e o propósito do emissor e do receptor para que o resultado do processo seja satisfatório para todas as partes envolvidas.
Para a comunicação, os dois fatores – tecnologia e globalização – modificaram a maneira como pessoas de todas as partes do mundo compartilham as informações, buscando ao mesmo tempo falar uma mesma linguagem sem parecer estrangeiro.
Deste modo, pode-se entender que foram as condições criadas pela própria globalização que apontaram as novas direções para a comunicação nas diferentes culturas.
A globalização criou organizações globais, que produzem e distribuem seus produtos em diferentes partes do mundo. As marcas e os produtos do McDonalds, da Wrangler, da Shell, da Motorola e de uma infinidade de outras empresas são tão familiares para nós brasileiros quanto para qualquer europeu. Vidas e culturas diferentes, mas que reúnem muitas experiências em comum.
Entretanto, mesmo afetada pelos avanços da tecnologia ou pelos processos de globalização, acredita-se que a própria comunicação desempenha um papel fundamental permitindo o fluxo contínuo desses processos. Pois é o ato de comunicar que transfere a informação, gerando conhecimento e o compartilhamento de referências, diminuindo assim, as barreiras da linguagem e das fronteiras culturais.

COMPETÊNCIA EM COMUNICAÇÃO
Apenas o desenvolvimento tecnológico e a facilidade de acesso aos meios, não garantem a eficácia na comunicação.
Segundo Perrenoud (1999), competência é a capacidade que um indivíduo desenvolve para atuar eficazmente em determinado tipo de situação apoiado em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles.
Neste contexto, apenas o processo de comunicar em si pode não significar que o objetivo do emissor ou do receptor tenha sido alcançado.
Conforme analisa Moderno (2007), o processo de comunicação implica que transmissor e receptor estejam dentro da mesma linguagem, caso contrário não haverá entendimento. Portanto, a comunicação deve levar consigo a idéia de compreensão.
Para Voegelin (1956), o primeiro significado da comunicação é o seu sentido substantivo, onde tem o propósito do desenvolvimento e construção da personalidade humana, é o processo em que se cria e se mantém a ordem substantiva da sociedade. Pode-se acreditar que as pessoas crescem e se enriquecem à custa de informação. “A informação constitui a substância de todo o pensamento, tomada de decisões e resolução de problemas”.
Portanto, a comunicação pode ser um processo intuitivo que necessita, além dos elementos básicos – Emissor – Mensagem – Receptor – a percepção dos envolvidos como complemento do processo.
De acordo com Braga (2004), a competência em comunicação é um processo interpessoal que deve atingir o objetivo dos comunicadores, pressupor conhecimentos básicos de comunicação, ter consciência do verbal e do não-verbal nas interações, atuar com clareza e objetividade, promover o auto-conhecimento.
Deste modo, para que se obtenha competência em comunicação, é preciso desenvolver essas habilidades desde os primeiros momentos da vida em sociedade.
Braga (2004) afirma ainda que a expressão da competência em comunicação está no ato de vivenciar o cotidiano profissional e pessoal, interagindo com o emissor, prestando atenção na comunicação não-verbal, validando a compreensão das mensagens, sendo capaz de eliminar interferências as quais a comunicação está sujeita.
No entanto, conforme supracitado, não há indicadores que ofereçam suporte prático às análises realizadas no que se refere a conduta da comunicação. Fazendo com que os conceitos relativos a estudos realizados nesta área sejam ainda abstrações decorrentes de observações feitas até o presente.
O desenvolvimento da competência em comunicação verifica-se pelo estímulo recebido desde a graduação, pelas leituras de aprofundamento do tema, pela prática profissional e realização de pesquisas. O ganho alcançado com a competência em comunicação interpessoal resulta em relações profissionais e pessoais mais significativas, maior autoconsciência e aceitação das diferenças, ampliação dos caminhos do ensino e da pesquisa e conquista de um bem-estar. (BRAGA, 2004, p. 78)

Portanto, para alcançar a competência em comunicação deve-se fazer uso de elementos além do modelo convencional de emissão e recepção da mensagem. A percepção, considerando o meio e as partes envolvidas pode tornar bastante eficiente e competente o processo de comunicar.

ANÁLISE SITUACIONAL
Com base nas observações realizadas neste trabalho, entende-se que a globalização e o avanço da tecnologia são fenômenos que se renovam a cada ciclo de transformação da sociedade.
A globalização, paralelo ao desenvolvimento tecnológico geraram a necessidade do indivíduo buscar e desenvolver novas habilidades em comunicação. Seja na vida profissional ou pessoal, a dinâmica da interação entre pessoas e máquinas adquiriu novos limites.
O aprofundamento educacional que um país proporciona para seus habitantes, baseado no conhecimento gerado pelas instituições de ensino, bem como a qualidade e objetividade nos discursos, paralelos ao desenvolvimento da capacidade de exercitar o ato de pensar, podem auxiliar na busca da competência em comunicação e por conseqüência, aumentar o desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade nos processos de globalização.
Deste modo, fica a proposta de continuidade desta pesquisa, analisando as possibilidades de se desenvolver indicadores eficazes de competência em comunicação, buscando o desenvolvimento do indivíduo como agente de mudanças na sociedade.

REFERÊNCIAS

BOURDIEU, Pierre. A Economia das Trocas Simbólicas. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.

BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Lisboa:  Difel, 1989.

BRAGA, Eliana Mara. Competência em comunicação: uma ponte entre aprendizado e ensino na enfermagem. São Paulo: Unesp, 2004.

CALADO, Ana Arruda. Ciência, cultura e comunicação. Disponível em: Acesso em: 18/Out/2007.

CANNABRAVA, Paulo. Globalização e Comunicação. Disponível em: Acesso em: 18/Out/2007.

CASALI, Adriana Machado. Internet: espaço público, meio de comunicação ou ambiente de negócios? Disponível em: Acesso em: 05/Nov/2007.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação, economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

DRUCKER, Peter Ferdinand. Sociedade pós-capitalista. São Paulo: Pioneira, 1993.

GORENDER, Jacob. Globalização, tecnologia e relações de trabalho. Disponível em: Acesso em: 14/Out/2007.

MAPA, Instituto. Painel da Publicidade Catarinense Disponível em: Acesso em: 19/Out/2007.

MODERNO, Cláudia. Do Conceito de Comunicação ao Conceito de Publicidade e Marketing. Disponível em: Acesso em: 18/Out/2007.

OLIVEIRA, Claudionor dos Santos. Impactos da globalização nas estratégias e decisões de marketing. São Paulo: LTr, 1998.

PERRENOUD, Philippe. Construir competências desde a escola. Porto Alegre, Artes Médicas, 1999.

VOEGELIN, Eric. Necessary moral bases for communication in a democracy. IN: Problems of communication in a pluralistic society. The Marquette University Press, 1956. pp.53-68. (Tradução: Francisco G. Heidemann, fevereiro, 2000).

SANTAELLA, Lucia. Comunicação e pesquisa: projeto para mestrado e doutorado. São
Paulo, Hacher editores, 2002.

WHITAKER, J. Roberto. Comunicação e responsabilidade. Revista Marketing. 05/2006 edição número 400 – ano 40. Referência.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Administração de Empresas

Consultoria em administração de empresas
Comunicação e assessoria de imprensa
Marketing e Processos de comunicação empresarial
Tecnologia da informação

  • Formatação de depto. de comunicação e marketing;
  • Comunicação em rede (ferramentas e aplicações);
  • Estruturação das ferramentas administrativas;
  • Tecnologia da informação para pequenos negócios;
Contato: eduardocomplex@gmail.com

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Consultoria em comunicação

Orientação para programação visual - Melhores práticas para desenvolvimento de comunicação - Assessoria de Imprensa - Branding - Comunicação para sustentabilidade

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Tudo que eu preciso...



É um pouco mais de tolerância...
É que não julguemos as coisas e as pessoas apenas do nosso ponto de vista. É assustador e frustrante para os egoístas orgulhosos como existem tantas maneiras diferentes de se ver e entender a mesma coisa;
É que os erros e as desculpas se renovem, pois essa rotina toda já não satisfaz mais o nosso estágio de evolução;
É de um pouco mais de motivação, para que as agruras do meu dia não se transformem em penhascos e que eu morra de vertigem diante de um problema corriqueiro;

É ser humilde o suficiente para aprender com tudo que me acontece na vida, erros e acertos. Além de renovar o espírito e a mente, me faz menos ignorante diante das pessoas que me cercam;
É buscar compreender que cada pessoa tem o seu tempo de aprender e entender, e que devemos tratar com carinho e atenção quando alguém não entende algo que eu tenha expressado;
É que eu deixe de observar os erros e problemas dos outros e perceba como estou precisando me reciclar, aprender e assumir a minha condição atual na vida;


É parar de culpar o meu semelhante pela minha falta de paciência, pois quando não vamos em busca do auto conhecimento, transferimos a nossa ignorância para quem dizemos que amamos, por ser mais fácil, por estar mais próximo, por ser mais prático do que assumir a minha falta de controle.
É falar com alguém, da mesma maneira que eu gostaria que falassem comigo. O contrário disso é fatal, é como se criássemos cobras venenosas a nossa volta.

É entender que, se não estou gostando do que recebo da vida hoje, preciso avaliar o que estou emitindo para a vida antes de colocar a culpa no mundo, nas pessoas, na falta de dinheiro, no trabalho, na família, ...
É entender que somos o reflexo das nossas atitudes, que não há ser humano no mundo capaz de nos tirar a paciência e sim nós que a perdemos por conta própria.

É olhar profundamente para dentro da minha mente, do meu coração e procurar pensar que uma vida de verdade se constrói com palavras positivas, com atitudes altruístas e com objetivos claros.
Fora disso, nos afundaremos em críticas, pensamentos perversos, situações agressivas e destruindo nosso próprio mundo.
E se tudo isso não se transformar em atitudes, é porque ainda sou primitivo o suficiente para preferir zombar de palavras de motivação e o maior prazer ainda será o de ceifar a felicidade alheia. (Carlos Eduardo Silva).

terça-feira, 16 de junho de 2009

Edição audiovisual

Registre seus melhores momentos em fotos e video.

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Curtametragens
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Montagens
Roteiros


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sobre a crise: Faça mais, leia menos

A culpa do momento é a “Crise”. É moda falar na crise, chique até.

Empresários ouvem que a crise está chegando e se atropelam para demitir o máximo de funcionários, sem saber realmente o motivo. Então não entendem porque os clientes fugiram e como o faturamento e a qualidade caíram tanto. Ops, é a crise!

Um terror psicológico se instalala na sociedade que se torna devota a tal da crise. Jornais, revistas, televisão, todos voltados para a crise, bombardeando a massa.

Quando é que não estivemos em crise?

Primeiro foi tudo culpa da ditadura, que atrasou a modernização da indústria brasileira, depois era culpa da oscilação do preço do petróleo, então foi a vez dos planos econômicos flutuantes e mudanças da moeda, a abertura dos portões para o mercado internacional “acabou” com a indústria interna. A culpa é do presidente, do prefeito, da sogra, mas nunca podemos fazer nada para mudar a situação.

Estes e muitos outros acontecimentos que "atingiram" o Brasil em maior ou menor escala foram chamados de crise. A julgar pela cronologia destes fatos, sempre estivemos em crise, mas também podemos dizer que sempre estivemos em estado de evolução, conscientização e mudanças.

A crise atual é questão de ponto de vista.

De acordo com Stephen Kanitz, os juros no Brasil caem para um dígito pela
primeira vez em 50 anos. A população economicamente ativa vai aumentar muito
em 2010, o que aumentará consideravelmente o poder de compra e o consumo. A
renda do mundo está melhorando e o próprio governo será melhor administrado.

Seja com crise ou com 'bons tempos”, o que vale é para onde direcionamos nossos esforços. Se pensarmos em crise, estaremos em crise, se focarmos no objetivo, chegaremos lá.

Portanto, sobre a crise, faça mais e leia menos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nossa redação vai mal

Apesar de ser o berço de primorosos escritores, publicitários, jornalistas e roteiristas, falta muito ainda para o Brasil poder dizer que lê e escreve bem.

Desde o primeiro dia de aula somos "adestrados" a decorar, copiar e ler livros com conteúdo duvidoso e simplesmente acabamos por aceitar tudo o que os "mestres" nos oferecem.


O texto conciso (Texto extraído do site http://www.soportugues.com.br)

Ouço muito: uma boa redação deve ser clara e concisa.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua. Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto. E aqui está a nossa dificuldade. Nós, brasileiros, estamos habituados a falar muito para dizer pouco, a escrever mais que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma "sessão nostalgia" e voltar aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: "hoje é dia de redação". Você se lembra da "alegria" que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar "inspirado"? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos "tema livre". E se fosse "tema livre", exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era "democraticamente imposto". E aí vinha aquela tradicional pergunta: "Quantas linhas?" A resposta era original: "No mínimo 25 linhas". Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: "Meu reino pela vigésima quinta linha". Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que "engordavam" repentinamente até a famosa "encheção de lingüiça".
E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a "encher lingüiça". E há muitos sub intelectuais no poder que fizeram "pós-graduação" no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam "enrolar".

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1. "A largada da maratona será no Leme. A chegada acontecerá no
mesmo local da partida."

Cá entre nós, bastava ter escrito: "A largada e a chegada da maratona
serão no Leme."

2. "O procurador encaminhou ofício à área criminal da Procuradoria
determinando que seja investigado…"

Sendo direto: "O procurador mandou investigar".

3. "A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as
possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica."

Enxugando a frase: "O Brasil é a favor de uma solução pacífica".

Exemplos não faltam, mas espaço sim.

domingo, 24 de maio de 2009

Será que entramos na era da simplicidade?


Contrariando o comportamento humano, as ferramentas desenvolvidas para a disseminação da informação, sobretudo na Internet, tem superado as expectativas e quebrado barreiras burocráticas. Temos até o presidente Barack Obama no Twitter, para muitos, melhor do que o ultrapassado "Café com presidente". Mas o que nos inspira a escrever hoje é exatamente este meio que lhe permite a leitura neste momento, os blogs.


As possibilidades de mutação, agilidade na informação e adaptação rápida que o serviço de blog oferece é incomparável no mercado da grande rede. Nos torna capaz de testar, quase que instantaneamente diversas configurações de cores, textos e imagens. Serve como laboratório para projetos mais ousados ou ser, ele mesmo, o próprio projeto ousado. Exemplos não faltam.

Muitas empresas ainda não enxergam um blog como uma ferramenta de marketing e comunicação. Com acesso fácil e atualização constante sem barreiras, um blog pode ser "modelado" para praticamente todos os fins na web. Seja como portfólio, institucional, jornalístico ou como diário pessoal, os blogueiros saem na frente quando se trata de informação rápida de fácil acesso.

Criou-se talvez, uma errônea vulgarização por parte dos mais céticos e conservadores, da utilidade dos blogs em função da extrema praticidade com que se pode atualizar uma informação. Talvez o velho medo do novo, com ideia arcaica de ser obrigado a ter dificuldades para alcançar o objetivo. Mas podemos estar no início da era da simplicidade.

A verdade é que a informação, quando bem posicionada em um blog, vende e repercute até mesmo fora da blogosfera. Quem sabe a nova "bolha" esteja surgindo.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Banda de Florianópolis disponibiliza para download sua primeira composição

Rendendo-se ao novo conceito de e-marketing, onde grandes bandas de rock estão, cada vez mais, disponibilizando suas obras para download, a banda SoulSilva, de Florianópolis, colocou à disposição nesta quarta-feira, sua primeira composição gravada em estúdio.

O grupo, formado por integrantes da família Vieira, com grandes nomes no cenário musical de Santa Catarina, aposta na Internet como um grande canal de divulgação e reconhecimento nesta chamada fase 2.0 da era tecnológica.

"Saudade", que foi composta dentro de um ônibus na Cordilheira dos Andes, a caminho do pacífico
, é uma balada tranquila assim como as outras interpretações da banda no CD Registros. Ouça a música na íntegra. Aqui.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Negócios da música

O modelo econômico capitalista, apesar de esmagado pela filosofia das novas tecnologias, ainda possui grande força sobre o comportamento do consumidor.


A indústria fonográfica é um bom exemplo da força da marca na percepção do ser humano. A música possui naturalmente um forte apelo emocional. É um produto feito sob medida para seus clientes. E somos definitivamente fiéis àquela banda que compôs a trilha sonora dos momentos mais marcantes da vida.


A identidade visual e sonora deixada por ídolos da música, de Mozart aos Mutantes, são exploradas e geram extrema rentabilidade no modelo econômico capitalista. Com a música definitivamente dentro do campo dos negócios, os sucessos relâmpago lançados no programa do domingo estão garantidos, mas com prazo de validade definido. Ainda bem que temos Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd,... eternizados na história.


INDÚSTRIA FONOGRÁFICA - FATURAMENTO DO ALÉM
Em Agosto de 2007 completaram trinta anos da morte de Elvis Presley. De acordo com a BBC Brasil (2006), a revista Forbes estimou o faturamento de alguns artistas da música que já morreram, e em 2006, a empresa que representa os negócios relacionados ao rei do rock faturou cerca de quarenta milhões de dólares em direitos autorais e produtos licenciados.



Ranking de faturamento em 2006 de artistas que mais faturam após sua morte

Kurt Cobain

US$ 50 milhões

Elvis Presley

US$ 40 milhões

John Lennon

US $21 milhões

George Harrison

US$ 7 milhões

Bob Marley

US$ 7 milhões

Fonte: BBC Brasil.com, 2006


"A música é sobre mudar a mente, não para ser compreendida" (John Cage).


sábado, 9 de maio de 2009

É da mãe!

Amiga, paciente, companheira, sorridente, as vezes sizuda, mas sempre presente. Salvadora, sensível, onipotente, nos faz sentir o seu maior tesouro.

Por natureza são especialistas em medicina, gestão de pessoas, psicologia e muito mais. Quando nascemos, explicitamente deixamos claro que não vivemos sem ela e quando crescemos fingimos que podemos viver sem.

Nas lembranças é ela que nos comove, ou por estar presente sempre ou por ter deixado saudade.

Tentamos escolher mil presentes, uns tão caros feitos de pedras, ouro e prata, uns feito em casa de papel com palavras que valem mais que diamante.

E na falta de encontrar na terra, presente tão importante, deixamos que a natureza se encarregue da lembrança.

Ahh! Sabe de quem estamos falando? É da Mãe!

Parabéns a todas as mães.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Marca sem história não marca


Quando andamos pelas ruas, não importa o trajeto que façamos, é fácil perceber a profusão de cores, símbolos e sons que surgem.
Tanto faz se estamos em um grande centro urbano com os apelos dos outdoors e front lights, cartazes de uma famosa peça de teatro com seus patrocinadores, o hipermercado com suas promoções imperdíveis, ou em uma vila em algum lugar do interior onde se percebe uma placa que indica que ali é o correio, em frente há um mercado, naquela garagem chega o peixe fresco às dez da manhã, logo adiante está a casa da costureira identificada com uma taboa de madeira escrita com carvão, o som do carro do vendedor de sabão líquido passando pela rua chamando a dona de casa. É um grande mar de símbolos e marcas que estão presentes no cotidiano e que muitas vezes passam despercebidos.

Uma marca (logotipo, logo) tem a missão de contar uma história de uma empresa, cidade, nação, pessoa por meio de algumas combinações de cores e um punhado de palavras e símbolos. Cada marca tem uma origem e uma boa história para contar. É uma expressão suprema do que você representa na sociedade.

A comunicação por meio de símbolos e marcas está presente na vida do ser humano a muito mais tempo do que se imagina. Hoje, o valor da marca está associado diretamente ao valor monetário que possui ou que gera. No entanto, as marcas nem sempre tiveram apelo comercial. Tendo sua provável origem nos diversos símbolos que caracterizaram as civilizações na antiguidade. Elementos que representavam o que de mais importante havia na vida dos nossos ancestrais. A água, a terra, o ar e o fogo.

A marca do nazismo é a suástica, no entanto, este símbolo jamais foi exclusivo do partido nazista alemão ou mesmo da época em que o nazismo se expandia pelo mundo, sendo a Alemanha nazista apenas mais uma cultura que utilizou este símbolo. Mas Hitler foi muito astuto em utilizar este símbolo como a salvação da humanidade... Ariana. Há evidências de que sua origem seja de aproximadamente entre quatro e doze mil a.C. Além de outras irrefutáveis provas de sua aplicação no decorrer do tempo em diversas civilizações que, até onde se sabe, jamais tiveram contato umas com as outras. A Suástica aparece em templos budistas onde seu significado é algo como: "Bons Ventos". Já no Sânscrito ela aparece como "Boa Sorte". Foi encontrada também em objetos decorativos na Roma antiga e em ornamentos do oriente médio (há aproximadamente mil atrás). Por mais incrível que pareça, em todas as referências encontradas sobre este símbolo, apenas uma tem sentido negativo. Ironicamente a suástica parece ser um símbolo universal que inspira paz e tranqüilidade. O partido nazista poderia ter sido mais criativo e menos estratégico.

Assim como a Suástica, muitos símbolos ganharam e perderam significado através da história. No mundo contemporâneo as marcas ganharam sentido extremamente comercial, as pessoas identificam a marca por consumirem determinado produto ou porque as tendências de moda ou atitudes de celebridades incentivam seu consumo. As marcas têm um efeito poderoso na mente do ser humano.


"A marca da saudade é o apito do Navio" (Francesc Petit - Marca)


Quando criar a sua marca pense onde ela deve estar, o que ela significa, que cor ela tem e o que ela oferece.


Ref. Aprenda mais sobre a suástica na história em:

http://www.cientifica.50megs.com/particular/HISTORIAsuastica.htm

Marketing cultural e o desenvolvimento social


Em breve vamos trazer até você alguns cases de pessoas e instituições que utilizam o marketing cultural para potencializar seu negócio e desenvolver as comunidades.
Envie também o seu case.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cases - SombraFilm - Simplicidade eficaz

A empresa SombraFilm aplicação de películas automotivas e residenciais Ltda iniciou suas atividades no final de 2008 e tem sua sede em uma rua comercial com fluxo intenso de veículos com uma profusão de comunicação visual e desordenada. A solução para destacar a marca foi adequar toda comunicação ao apelo simplista da região gerando uma imagem simpática ao público alvo.

A empresa comemora a crescente demanda pelos serviços e já no início de 2009 contratou um funcionário especializado em aplicações residenciais para incrementar o mix de serviços. Também para 2009, a SombraFilm aposta nas parcerias com empresas da construção civil para potencializar seus negócios em aplicações comerciais e residenciais, buscando oferecer cada vez mais um serviço de qualidade e excelência.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Cases de sucesso - a pequena empresa e a força da marca

Em breve.
Cases de marketing de empresas de pequeno porte que são grandes exemplos de empreendedorismo e estratégia em comunicação.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Manual de uso da marca

Incorporamos mais um serviço muito importante para a proteção de sua marca.

O manual de uso da marca torna o processo de comunicação muito mais seguro e eficiente, proporcionando um gerenciamento prático da comunicação e potencializando o fortalecimento da identidade visual de sua organização.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas..
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo.

Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.

Resolver?
Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.

Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse. Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que importa?
O nosso almoço tá garantido mesmo...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Agência para qualquer negócio

Entre as pequenas empresas e as agências de comunicação sempre houve uma distância em função dos mitos e inverdades sobre as pessoas envolvidas e o serviço prestado.

Mas faça uma experiência. Procure um profissional em comunicação e organize suas ações de vendas com pequenas campanhas. E lembre-se: não importa o tamanho da empresa, o planejamento sempre ter que ser objetivo, sólido e entendido por todos os envolvidos.