terça-feira, 19 de maio de 2009

Negócios da música

O modelo econômico capitalista, apesar de esmagado pela filosofia das novas tecnologias, ainda possui grande força sobre o comportamento do consumidor.


A indústria fonográfica é um bom exemplo da força da marca na percepção do ser humano. A música possui naturalmente um forte apelo emocional. É um produto feito sob medida para seus clientes. E somos definitivamente fiéis àquela banda que compôs a trilha sonora dos momentos mais marcantes da vida.


A identidade visual e sonora deixada por ídolos da música, de Mozart aos Mutantes, são exploradas e geram extrema rentabilidade no modelo econômico capitalista. Com a música definitivamente dentro do campo dos negócios, os sucessos relâmpago lançados no programa do domingo estão garantidos, mas com prazo de validade definido. Ainda bem que temos Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd,... eternizados na história.


INDÚSTRIA FONOGRÁFICA - FATURAMENTO DO ALÉM
Em Agosto de 2007 completaram trinta anos da morte de Elvis Presley. De acordo com a BBC Brasil (2006), a revista Forbes estimou o faturamento de alguns artistas da música que já morreram, e em 2006, a empresa que representa os negócios relacionados ao rei do rock faturou cerca de quarenta milhões de dólares em direitos autorais e produtos licenciados.



Ranking de faturamento em 2006 de artistas que mais faturam após sua morte

Kurt Cobain

US$ 50 milhões

Elvis Presley

US$ 40 milhões

John Lennon

US $21 milhões

George Harrison

US$ 7 milhões

Bob Marley

US$ 7 milhões

Fonte: BBC Brasil.com, 2006


"A música é sobre mudar a mente, não para ser compreendida" (John Cage).


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